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Intervenções
Ensaios ···

Intervenções

ALFAGUARA , Junho 2021

Pela primeira vez em Portugal, o livro de ensaio e opinião de Michel Houellebecq,

tão respeitado enquanto escritor como polémico enquanto pensador.

Ensaios ···
«Avançamos para a catástrofe, guiados por uma imagem falsa do mundo; e ninguém o sabe. (…) Se nos mantivermos numa visão mecanicista e individualista do mundo, morreremos. Não me parece sensato permanecer mais tempo na esfera do sofrimento e do mal. Há cinco séculos que a ideia do eu ocupa todo o espaço; é tempo de bifurcarmos.»... Ler mais

«Avançamos para a catástrofe, guiados por uma imagem falsa do mundo; e ninguém o sabe. (…) Se nos mantivermos numa visão mecanicista e individualista do mundo, morreremos. Não me parece sensato permanecer mais tempo na esfera do sofrimento e do mal. Há cinco séculos que a ideia do eu ocupa todo o espaço; é tempo de bifurcarmos.»

Literatura, religião, fé, arte, filosofia, feminismo, conservadorismo, amor - neste volume de textos, Michel Houellebecq regressa aos temas que sempre lhe interessaram para dar a conhecer os pontos de vista que o têm celebrizado: frequentemente polémicos, quase sempre provocadores, sempre estimulantes.

Numa obra de ficção, é impossível separar completamente o escritor do pensador, e é inevitável atribuir a crença ou o ponto de vista de uma personagem ao seu criador. Notável prosador, Michel Houellebecq é frequentemente alvo de críticas ou polémica sempre que um seu romance toma partido ou antevê possibilidades que nos são dolorosas.

Neste primeiro livro de opinião publicado em Portugal - onde encontramos o escritor a fazer um elogio a Trump ou numa conversa íntima com um amigo escritor, a defender o conservadorismo moderado ou a exaltar a literatura e o amor - temos um Michel Houellebecq mais directo, mais despido do filtro da ficção, sempre fascinante. Vemos um homem - que calha ser um dos escritores mais relevantes do presente - de pensamento absolutamente livre, impossível de definir com rótulos simplistas, um analista implacável daquilo a que chama a "comunidade humana".

«As lutas de Houellebecq são fundamentais, necessárias, na sua visão da arte e da sociedade.»
DNA

«Michel Houellebecq é divertido, inteligente, e sempre definitivo.»
Paulin Césari, Le Figaro

«Houellebecq antecipou a chegada da desumanização. Percebeu que o clima de liberdade em que vivemos não passa de mais uma exortação.»
Yasmina Reza

«Michel Houellebecq pode bem ser o romancista mais interessante dos nossos tempos.»

Evening Standard

«O que me impede de ler os livros de Houellebecq e ver os filmes de Lars von Trier é uma espécie de inveja. Não porque inveje o seu sucesso, mas porque ler esses livros ou ver esses filmes obrigar-me-ia a contemplar quão excelsa pode ser uma obra e quão inferior é o meu trabalho.»

Kark Ove Knausgård

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Colecção
ALFAGUARA
Páginas
384
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2021-06-22
Autor
Michel Houellebecq
Editora
ALFAGUARA
Colecção
ALFAGUARA
Páginas
384
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2021-06-22
Autor
Michel Houellebecq
Editora
ALFAGUARA
9789897842078
2021-06-22
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Michel Houellebecq
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Michel Houellebecq é um autor francês nascido na ilha de Reunião em 1956. Escreveu e publicou vários romances e obras de poesia, e está publicado em mais de quarenta países. Entre os seus romances estão... Ler mais

Michel Houellebecq é um autor francês nascido na ilha de Reunião em 1956. Escreveu e publicou vários romances e obras de poesia, e está publicado em mais de quarenta países.

Entre os seus romances estão publicados em Portugal, na Alfaguara: Extensão do domínio da luta (2016), Lanzarote (2017), Partículas elementares (2021), Plataforma (2021), A possibilidade de uma ilha (2018), O mapa e o território (2011), Submissão (2015) e Serotonina (2019).

Venceu, entre outros, o Prémio Novembre, em 1998, e o Prémio Impac Dublin, em 2002. Com A possibilidade de uma ilha venceu o Prémio Interallié e foi finalista do Prémio Goncourt. O prestigiado Prémio Goncourt foi-lhe atribuído em 2010 pelo romance O mapa e o território.

Em 2019 foi-lhe atribuída a Legião de Honra.

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