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Pulp

Pulp

ALFAGUARA , Agosto 2012

O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos.

«Desde George Orwell que nenhum autor escrevia tão bem sobre quem vive à margem.»
The New York Times

A Morte visita o escritório do detective privado Nick Belane. Vem disfarçada de Senhora Morte, senhora de ar exótico vestida de vermelho, e procura Céline, escritor francês que se pensava ter morrido há muito tempo. A senhora insiste que viu "o verdadeiro Céline e não um mero pretensioso da treta" numa livraria da cidade. É a desculpa... Ler mais

A Morte visita o escritório do detective privado Nick Belane. Vem disfarçada de Senhora Morte, senhora de ar exótico vestida de vermelho, e procura Céline, escritor francês que se pensava ter morrido há muito tempo. A senhora insiste que viu "o verdadeiro Céline e não um mero pretensioso da treta" numa livraria da cidade. É a desculpa perfeita para o detective percorrer os bares da cidade e saciar a sua sede de álcool.

A par de encontrar o escritor francês, Belane ainda tem de perseguir uma esposa adúltera e investigar uma extraterrestre de formas voluptuosas que anda a aterrorizar a vida de um agente funerário. Tudo isto se mistura num cocktail de pesadelo existencial para Nick Belane, que acaba por se envolver numa violenta rixa quando, ao entrar num bar, é confundido mais uma vez com outra pessoa.

Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, Pulp é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.

Sobre a obra de Charles Bukowski:

«Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.»

The New York Times

«Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.»

Leonard Cohen

«Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.»

The New Yorker

«Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.»

Publishers Weekly

«Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.»

The Observer

«Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.»

The New York Times Review of Books

«Um laureado da vida marginal americana.»

Time

«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.»

Newsweek

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.»

Sean Penn

«Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.»

Los Angeles Times Book Review

«Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.»

Times Literary Supplement

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Colecção
ALFAGUARA
Páginas
240
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2012-08-29
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
Colecção
ALFAGUARA
Páginas
240
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2012-08-29
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
9789896721435
2012-08-29
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Charles Bukowski
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Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez... Ler mais

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez anos depois. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, nove dos quais publicados pela Alfaguara: Pulp, Hollywood, A mulher mais bonita da cidade, Histórias da loucura normal, Mulheres, O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio, A sul de nenhum norte, Factotum e Pão com fiambre. É, ainda hoje, um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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