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Notas de um velho nojento

Notas de um velho nojento

ALFAGUARA , Setembro 2019

Pela primeira vez em Portugal, os textos autobiográficos de Charles Bukowski.

Notas de um escritor que vivia vorazmente.

*GRANDE PRÉMIO DE TRADUÇÃO LITERÁRIA FRANCISCO MAGALHÃES 2020

MENÇÃO HONROSA PARA A TRADUÇÃO DE HUGO VAN DER DING*

«Será que não conseguem ver através da minha pele, será que não conseguem ver que não valho nada?» Notas de um velho nojento mostra-nos Bukowski como ele é (ou como ele queria que o leitor pensasse que ele era). É certo que os leitores de Bukowski sabem que a sua obra é o seu autor, mas nestes textos autobiográficos, publicados desde... Ler mais

«Será que não conseguem ver através da minha pele, será que não conseguem ver que não valho nada?»

Notas de um velho nojento mostra-nos Bukowski como ele é (ou como ele queria que o leitor pensasse que ele era). É certo que os leitores de Bukowski sabem que a sua obra é o seu autor, mas nestes textos autobiográficos, publicados desde 1967 no jornal Open City, temos um Bukowski ainda mais inteiro, menos filtrado, mais visceral. Quase sempre bêbedo, quase sempre falido, quase sempre à procura de uma mulher, Bukowski calcorreia as ruas da América pobre e marginalizada, habitada por figuras como Jack Kerouac, William Burroughs e um sem fim de personagens à deriva.

Apontamentos crus e honestos que deixam o leitor à beira do desespero. Retratos implacáveis da outra cara do sonho americano. Instantâneos de uma vida desregrada e desolada, que sublinham a beleza e fragilidade do que andamos aqui a fazer.

É difícil sair desta leitura intocado. E quase impossível, se gostamos de Bukowski, não ficar a gostar ainda mais deste «velho nojento».

Sobre a obra de Charles Bukowski:

«Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.»

The New York Times

«Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.»

Leonard Cohen

«Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.»

The New Yorker

«Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.»

Publishers Weekly

«Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.»

The Observer

«Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.»

The New York Times Review of Books

«Um laureado da vida marginal americana.»

Time

«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.»

Newsweek

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.»

Sean Penn

«Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.»

Los Angeles Times Book Review

«Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.»

Times Literary Supplement

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Colecção
ALFAGUARA
Páginas
304
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2019-09-01
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
Colecção
ALFAGUARA
Páginas
304
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2019-09-01
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
9789896652814
2019-09-01
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Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez... Ler mais

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez anos depois. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, nove dos quais publicados pela Alfaguara: Pulp, Hollywood, A mulher mais bonita da cidade, Histórias da loucura normal, Mulheres, O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio, A sul de nenhum norte, Factotum e Pão com fiambre. É, ainda hoje, um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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