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Hollywood

Hollywood

ALFAGUARA , Julho 2019

Charles Bukowski dizia que escrevia quando se sentia zangado.

Hollywood é, pelas suas palavras, um romance de indignação.

Bukowski nunca teve grande consideração pela indústria do cinema, mas quando foi convidado a escrever um guião para um filme sobre si próprio percebeu que a realidade era muito mais terrível do que alguma vez poderia ter imaginado. O guião foi escrito e o filme - Barfly - estreou em 1987, com Mickey Rourke e Faye Dunaway nos papéis... Ler mais

Bukowski nunca teve grande consideração pela indústria do cinema, mas quando foi convidado a escrever um guião para um filme sobre si próprio percebeu que a realidade era muito mais terrível do que alguma vez poderia ter imaginado. O guião foi escrito e o filme - Barfly - estreou em 1987, com Mickey Rourke e Faye Dunaway nos papéis principais.

Hollywood ficciona as experiências de Bukowski durante a escrita do guião, entremeando a sua perspectiva sardónica da louca indústria de Hollywood com as suas romarias a bares e clubes nocturnos de Los Angeles.

O alter ego de Bukowski é Henry Chinaski, poeta e romancista de relativo sucesso com forte queda para as mulheres e para a bebida. À medida que Chinaski e a sua companheira se vêem cada vez mais enredados no remoinho da indústria do cinema, o autor aproveita para satirizar sobre uma série de figuras bem conhecidas do meio, compondo um retrato irresistivelmente irreverente de Hollywood ao mesmo tempo que dá continuidade à sua autobiografia ficcionada em vários volumes.

Sobre a obra de Charles Bukowski:

«Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.»

The New York Times

«Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.»

Leonard Cohen

«Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.»

The New Yorker

«Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.»

Publishers Weekly

«Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.»

The Observer

«Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.»

The New York Times Review of Books

«Um laureado da vida marginal americana.»

Time

«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.»

Newsweek

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.»

Sean Penn

«Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.»

Los Angeles Times Book Review

«Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.»

Times Literary Supplement

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Colecção
ALFAGUARA
Páginas
352
Idade recomendada
Adultos
Formato
Bolso
Idioma
PT
Data de publicação
2019-07-01
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
Colecção
ALFAGUARA
Páginas
352
Idade recomendada
Adultos
Formato
Bolso
Idioma
PT
Data de publicação
2019-07-01
Autor
Charles Bukowski
Editora
ALFAGUARA
9789896658045
2019-07-01
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Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez... Ler mais

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinco décadas. Publicou o seu primeiro conto em 1944, com apenas vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia dez anos depois. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, nove dos quais publicados pela Alfaguara: Pulp, Hollywood, A mulher mais bonita da cidade, Histórias da loucura normal, Mulheres, O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio, A sul de nenhum norte, Factotum e Pão com fiambre. É, ainda hoje, um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e considerado o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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