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A Vida Sonhada das Boas Esposas

A Vida Sonhada das Boas Esposas

COMPANHIA DAS LETRAS , Novembro 2019

O novo romance de Possidónio Cachapa é um olhar contemporâneo sobre o papel da mulher, a expressão da sua sexualidade e a visão que a família e a sociedade mantêm sobre ela à medida que o tempo passa.

Madalena viveu, durante décadas, uma vida exclusivamente dedicada a um marido que nunca a amou, à casa que não escolheu e a filhos que pouco se importavam com ela. A morte súbita do marido e o segredo que lhe foi desvendado levam-na a embarcar num navio de cruzeiro, que vai alterar a sua perspectiva de vida e o olhar sobre si própria. A par... Ler mais

Madalena viveu, durante décadas, uma vida exclusivamente dedicada a um marido que nunca a amou, à casa que não escolheu e a filhos que pouco se importavam com ela. A morte súbita do marido e o segredo que lhe foi desvendado levam-na a embarcar num navio de cruzeiro, que vai alterar a sua perspectiva de vida e o olhar sobre si própria. A par das amigas hilariantes de carne e osso, as personagens dos romances de Corín Tellado ou Emily Brontë saltam das prateleiras para lhe assombrar os sonhos e fazer questionar o seu direito a ser finalmente livre. O encontro com um galã hiper-romântico, semelhante aos dos livros que a tinham feito sonhar, e um tsunami muito real colocarão definitivamente em causa a possibilidade de voltar a ocupar o lugar de viúva recatada e submissa a que parecia condenada.

Sobre a obra do autor:

«Um livro rico em ritmo, onde as pontas se atam quando têm de ser atadas, com uma linguagem cuidada, a remeter para a elegância e clareza de Materna doçura, eficaz no modo como seduz e enreda o leitor num labirinto bem montado.»
Público (sobre Eu sou a árvore)

«Falar de Materna Doçura não é fácil. O livro não se lê, devora-se avidamente. Mas o embate inicial tem um efeito no mínimo paralisante, que vai do arrepio das primeiras páginas à emoção, em crescendo, que o leitor vai estando consciente de experimentar à medida que avança pelos meandros de uma história singular.»
Expresso

«Para muitos leitores, Materna Doçura, inolvidável romance de estreia de P. Cachapa, foi o Cú de Judas da década de 90, e muitos não hesitaram então - nós entre eles -, em augurar a P. Cachapa um futuro auspicioso semelhante ao que a década de 90 trouxe a Lobo Antunes.»
Jornal de Letras

«Materna Doçura, romance de estreia de Possidónio Cachapa, é uma espécie de prisma de fim de milénio de onde irradia, poderosa, a insólita história de Sacha G., um filho obcecado pela mãe. Entrada fulminante na ficção portuguesa.»

Público

«Uma fluidez na construção efabuladora do enredo, a pausada apresentação das personagens e um ritmado andamento dos diálogos entrecortados transforma este romance numa leitura singularmente devoradora de umas breves horas.»
O Independente (sobre Materna Doçura)

«Materna Doçura é um romance a sério, magistralmente escrito e contado, onde se prefere a ternura ao escândalo.»
Diário de Notícias

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Colecção
Companhia Das Letras
Páginas
240
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2019-11-01
Autor
Possidónio Cachapa
Editora
COMPANHIA DAS LETRAS
Colecção
Companhia Das Letras
Páginas
240
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2019-11-01
Autor
Possidónio Cachapa
Editora
COMPANHIA DAS LETRAS
9789896659097
2019-11-01
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Possidónio Cachapa
Possidónio Cachapa
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Possidónio Cachapa é um escritor, argumentista e realizador português. Nasceu e cresceu em Évora, antes de partir para os Açores e daí seguir para outras paragens. Autor de diversos romances, contos e novelas,... Ler mais

Possidónio Cachapa é um escritor, argumentista e realizador português. Nasceu e cresceu em Évora, antes de partir para os Açores e daí seguir para outras paragens.

Autor de diversos romances, contos e novelas, entre os quais se destacam Nylon da minha aldeia (1997), adaptado ao cinema, Materna doçura (1998), Viagem ao coração dos pássaros (1999), O Mar por cima (2002), Segura-te ao meu peito em chamas (2003), Rio da glória (2007) e O mundo branco do rapaz-coelho (2009), além de diversos contos, crónicas, livros infantis e peças de teatro. Entre outros filmes, realizou Adeus à Brisa, sobre a vida e obra de Urbano Tavares Rodrigues.

A sua obra está traduzida em vários países, sendo objecto de teses universitárias internacionais e de adaptações a vários géneros artísticos. Eu sou a árvore marca o seu esperado regresso ao romance.

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