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Discurso sobre a Origem e os...

Discurso sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens

PENGUIN CLÁSSICOS , Agosto 2021

UM CLÁSSICO DA FILOSOFIA POLÍTICA QUE PERMANECE, AINDA HOJE, ATUAL E RELEVANTE.

COM PREFÁCIO DE FRANCISCO LOUÇÃ, NOS PENGUIN CLÁSSICOS.

«O primeiro sentimento do homem foi o da sua existência. A sua primeira preocupação: sobreviver.» Neste brilhante e revolucionário discurso que influenciou todo o pensamento político e social produzido desde então, Rousseau explora os fatores que contribuem para a injusta e desestabilizadora desigualdade entre os Homens. Publicado em... Ler mais

«O primeiro sentimento do homem foi o da sua existência. A sua primeira preocupação: sobreviver.»

Neste brilhante e revolucionário discurso que influenciou todo o pensamento político e social produzido desde então, Rousseau explora os fatores que contribuem para a injusta e desestabilizadora desigualdade entre os Homens.

Publicado em 1754, antecipando a convulsão da Revolução Francesa décadas mais tarde, o filósofo discorre acerca da natureza do Homem e aponta a instituição da propriedade privada e o conflito com o mundo natural imposto pela civilização como principais corruptores da essência humana. Argumentando que o Homem primitivo estaria numa posição de igualdade em relação aos seus pares, gozando de uma liberdade e felicidade que lhe seriam intrínsecas, Rousseau denunciava a crescente sofisticação civilizacional, com as suas instituições artificiais de riqueza, poder e privilégio, como causa principal de um desequilíbrio insanável no seio da Humanidade, atribuindo uma vantagem desmesurada aos mais fortes sobre os mais fracos e assim alimentando injustiças e tumultos.

Alvo de duras críticas, assim como de defesas apaixonadas na época, este discurso viria a tornar-se um clássico da filosofia política e permanece, hoje, como então, tão atual quanto polémico.

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Colecção
SIN CODIFICAR
Páginas
184
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2021-08-24
Autor
Jean-Jacques Rousseau
Editora
PENGUIN CLÁSSICOS
Colecção
SIN CODIFICAR
Páginas
184
Idade recomendada
Adultos
Formato
Capa mole
Idioma
PT
Data de publicação
2021-08-24
Autor
Jean-Jacques Rousseau
Editora
PENGUIN CLÁSSICOS
9789897843365
2021-08-24
Jean-Jacques Rousseau
Jean-Jacques Rousseau
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Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra em 1712. Um dos mais importantes filósofos do período Iluminista, a sua visão da forma como se faz política foi determinante para a Revolução Francesa e para muitos... Ler mais

Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra em 1712. Um dos mais importantes filósofos do período Iluminista, a sua visão da forma como se faz política foi determinante para a Revolução Francesa e para muitos aspetos das sociedades modernas, como a economia, a política e a pedagogia. Órfão de mãe desde o nascimento, aprendeu com o pai, calvinista, o ofício de relojoeiro. Aos 16 anos, foge da sua cidade natal e, convertido ao Catolicismo, erra por França e pela Sardenha até se estabelecer, em 1732, em Chambéry, na casa da Madame de Warens, onde explora o seu interesse pela música e filosofia e que recordaria para sempre como um lugar idílico. Mais tarde, partirá para Paris, onde conhece Diderot, que lhe encomenda várias entradas para a Enciclopédia. A partir de 1750, os seus escritos adquirem um tom mais contestatário, o que lhe valerá alguns conflitos com a Igreja e, também, a rutura com Diderot e Voltaire. Os anos seguintes são de grande produção intelectual: em 1755 publica Discurso Sobre a Origem e Fundamentos da Desigualdade Entre os Homens. Em 1761, publica Heloísa, romance que lhe granjeou enorme sucesso, e, em 1762, escreve o ensaio de pedagogia Emílio. Nesse mesmo ano, expõe as suas ideias de Estado social e de soberania em Do contrato social. Nesse mesmo ano, as suas obras são consideradas uma ameaça à moral e aos bons costumes em França, o que o leva a refugiar-se, em Inglaterra, das perseguições de que foi alvo. Regressa a França pouco depois, vivendo o resto dos seus dias numa certa reclusão social. Em 1770, termina a sua obra magistral, Confissões. Morreu, em Ermenonville, França, em 1778.

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