A sul de nenhum norte
11,66€Histórias da vida subterrânea.
Um retrato cru e fulgurante dos americanos que desistiram da sociedade e até de si mesmos.
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Preço fixo até 30/09/2019 (?)
Preço livre (?)
As memórias de um aclamado pianista que se salvou do inferno da depressão e do abuso graças à música.
Uma inspiradora história de redenção.
Mais de 100 mil leitores deixaram-se tocar por este testemunho de superação.
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Chancela Alfaguara
Autor(a) James Rhodes
ISBN 9789896653347
Data de publicação Outubro de 2017
Páginas 336
Apresentação capa mole
Dimensões 150x235x23mm
Género Ficção, Literatura contemporânea
«Abusaram de mim aos seis anos. Internaram-me num hospital psiquiátrico. Fui viciado em drogas e álcool. Tentei suicidar-me cinco vezes. Separaram-me do meu filho. Mas não vou falar disso. Vou falar de música. Porque Bach salvou-me a vida. E eu amo a vida.»
James confiava naquele homem simpático. Porque não haveria de confiar? Era seu professor na escola primária. A primeira oferta foi uma caixa de fósforos, um maravilhoso objecto de desejo para um menino de seis anos. Seguiram-se outros pequenos presentes, acompanhados de sorrisos, palavras de incentivo, gestos atenciosos. Depois começaram os abusos sexuais, que duraram vários anos, sem que ninguém na escola e na família se apercebesse. Quando terminaram, James afundou-se progressivamente num abismo de relações obsessivas, hospitais psiquiátricos e vícios destrutivos, uma espiral que o afastou do piano, para o qual revelara talento precoce.
Mas foi um adágio de Bach, escutado durante um internamento, que o salvou de anos no fundo do poço. Ao descobrir que também os génios por trás das mais sublimes composições eram homens com existências dramáticas, James encontrou nos pequenos milagres da música o reduto para sobreviver aos seus demónios pessoais. Um encontro inesperado com um desconhecido deu-lhe o impulso de que James precisava para reencontrar o seu caminho na música. Hoje é um pianista aclamado em todo o mundo.
Instrumental é um testemunho apaixonado e apaixonante, negro e luminoso, sobre o poder terapêutico da música e a sua capacidade de transformar as nossas vidas, mas também, e sobretudo, sobre a nossa capacidade de reinvenção.
Os elogios da crítica:
«Rhodes prova que a arte e a beleza podem ajudar; prova que a vida pode ser conquistada dia a dia.» El País
«Rhodes escreve com o volume no máximo... Ele é brilhante a descrever a precariedade das vítimas e as armadilhas dos problemas mentais.» The Guardian
«O que distingue este livro é a forma como ele confronta os aspectos indizíveis do abuso sexual das crianças e das doenças mentais... Muitos destes pensamentos são tabu e é preciso clareza, coragem e inteligência para os expressar de forma tão directa e honesta como Rhodes faz.» The Independent
«Bem escrito, coloquial, tão excitante quanto devastador. Como documento dos efeitos do abuso de crianças é, provavelmente, insuperável.» The Sunday Times
«Nunca li um testemunho tão sábio sobre o que é ser-se vítima... É visceral e palpável... Das páginas mais impactantes que li nos últimos tempos.» Scotland on Sunday
«Uma obra impressionante. Combina uma precisão vívida e obsessiva com uma energia torrencial.» The Guardian
«Uma leitura dura, avassaladora.» The Times
«Poderoso.» New Statesman
«Uma memória sem igual.» Lytham St Annes Express
«Uma vida que tinha de ficar registada.» The Spectator
Histórias da vida subterrânea.
Um retrato cru e fulgurante dos americanos que desistiram da sociedade e até de si mesmos.
O romance de estreia de Brit Bennett, autora do fenomenal A outra metade e herdeira da tradição literária norte-americana firmada por James Baldwin, Toni Morrison e Chimamanda Ngozi Adichie.
Um romance de estreia engenhosamente perturbador, povoado de mistérios e escrito com assinalável domínio narrativo: Virginia Feito entretece o virtuosismo de Patricia Highsmith com o génio de Virginia Woolf, e afirma-se como uma grande escritora.
«Um romance cheio de referências literárias, com piscadelas de olho a Mrs. Dalloway, de Woolf, e ainda a Highsmith e a Hitchcock. Perversamente divertido.» — The Guardian
Na linhagem de Marguerite Duras e Annie Ernaux, Quem sabe é o romance de consagração de uma escritora que vem questionar a fronteira entre vida e literatura.
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