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O capitão saiu para almoçar e os marinheiros tomaram o navio

Uma compilação de textos diarístico

de Charles Bukowski nos seus últimos três anos de vida.

«Realismo sem artifícios, do padrinho da literatura marginal.»
Uncut

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Caraterísticas

Chancela

Autor(a) Charles Bukowski

ISBN 9789896650940

Data de publicação Junho de 2016

Páginas 136

Dimensões 150x235mm

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«Recebo muitas cartas de pessoas que me dizem que a minha escrita lhes salvou a vida. Mas nunca escrevi para isso, escrevi para me salvar a mim próprio.»

Quem o diz é Charles Bukowski, numa das entradas do diário que escreveu entre 1991 e 1993. Nesta fascinante compilação de textos diarísticos - recolhida dos seus cadernos e publicada postumamente -, Bukowski descreve-nos com profunda candura e sentido de humor os acontecimentos e reflexões que vão pontuando aqueles que serão os seus três últimos anos de vida.

Vemos Bukowski a ir ao centro comercial com a mulher, a conduzir nas auto-estradas de Los Angeles, sentado em frente ao computador a debater-se com a escolha das palavras certas, enquanto rumina sobre a escrita, a criação, o dinheiro, a vida e a morte.

Tudo isto com o inconfundível estilo de Bukowski - o artista maior do que a própria Humanidade que retrata.

 

Os elogios da crítica:

«Sublime. (...) Este livro traz-nos o mestre da crueza de sempre, rabugento, sardónico e perspicaz, cujas retumbantes aparições públicas nos anos de 1960 desencadearam o renascer da poesia enquanto arte performativa.» Booklist

«Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.»

The New York Times

«Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.»

Leonard Cohen

«Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.»

The New Yorker

«Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.»

Publishers Weekly

«Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.»

The Observer

«Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.»

The New York Times Review of Books

«Um laureado da vida marginal americana.»

Time

«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.»

Newsweek

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.»

Sean Penn

«Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.»

Los Angeles Times Book Review

«Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.»

Times Literary Supplement

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