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Pulp

O último romance de um dos mais conhecidos autores americanos contemporâneos.

«Desde George Orwell que nenhum autor escrevia tão bem sobre quem vive à margem.»
The New York Times

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Caraterísticas

Chancela

Autor(a) Charles Bukowski

ISBN 9789896721435

Data de publicação Agosto de 2012

Edição atual 3.ª

Páginas 240

Apresentação capa mole

Dimensões 150x235x17mm

Género Ficção, Literatura

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A Morte visita o escritório do detective privado Nick Belane. Vem disfarçada de Senhora Morte, senhora de ar exótico vestida de vermelho, e procura Céline, escritor francês que se pensava ter morrido há muito tempo. A senhora insiste que viu "o verdadeiro Céline e não um mero pretensioso da treta" numa livraria da cidade. É a desculpa perfeita para o detective percorrer os bares da cidade e saciar a sua sede de álcool.

A par de encontrar o escritor francês, Belane ainda tem de perseguir uma esposa adúltera e investigar uma extraterrestre de formas voluptuosas que anda a aterrorizar a vida de um agente funerário. Tudo isto se mistura num cocktail de pesadelo existencial para Nick Belane, que acaba por se envolver numa violenta rixa quando, ao entrar num bar, é confundido mais uma vez com outra pessoa.

Escrito enquanto Bukowski lutava contra a doença de que viria a morrer, Pulp é a despedida do autor aos seus leitores e um romance de corajosa autocrítica.

 

Os elogios da crítica:

«Desde Orwell que a condição do miserável não era tão bem retratada.» —The New York Times

«Ele trazia todos de volta à Terra. Até os anjos.» — Leonard Cohen

«Um daqueles escritores que cada novo leitor descobre com um entusiasmo transgressivo.» The New Yorker

«Bukowski escreve como um sábio louco; fala das entranhas, sobre a futilidade e a beleza da vida.» — Publishers Weekly

«Numa época de conformidade, Bukowski escreveu sobre aqueles que ninguém quer ser: os feios, egoístas, solitários e loucos.» — The Observer

«Há uma aspereza muito real nas personagens dos romances de Bukowski.» — The New York Times Review of Books

«Um laureado da vida marginal americana.» — Time

«Um agitador profissional... representante da marginalidade de Los Angeles... Bukowski escreve, com uma insistência louca e romântica, que os falhados são menos falsos que os vencedores. E fá-lo com uma intensa compaixão pelas almas perdidas.» — Newsweek

«O que acontece com Bukowski é que, quando lemos o que tem para dizer, ele tem razão.» — Sean Penn

«Nas suas respectivas gerações, Wordsworth, Whitman, William Carlos Williams e os Beats aproximaram a poesia de uma linguagem mais natural. Bukowski foi ainda mais longe.» — Los Angeles Times Book Review

«Divertido, mordaz, observador, inteligente nos apontamentos e honesto.» — Times Literary Supplement

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