19,78 

Kaputt

Relato impiedoso da Europa em plena II Guerra Mundial. O livro que consagrou Malaparte como um dos maiores escritores do século xx.

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Características

Chancela Cavalo de Ferro

Tradutor Amândio César.
ISBN 9789896689681
Data de publicação Junho de 2020
Edição atual 1.ª
Páginas 496
Apresentação Capa mole
Dimensões 225x150x37mm

Coleção Cavalo de Ferro

Idade recomendada Adultos
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Descrição

«Um retrato fiel sobre os horrores absurdos da guerra.» — The Times

Livro «cruel e alegre» no dizer do próprio autor, mas acima de tudo surpreendente e fascinante, capaz de pidir o leitor perante a beleza da sua escrita — hiper-realista e fantástica, excessiva e barroca — e o espetáculo hílare e grotesco das cenas terríveis que descreve, Kaputt é um relato impiedoso e lírico da Europa em pleno teatro bélico da II Guerra Mundial, a descrição de um inteiro continente em chamas e arremessado para o abismo da desintegração política e moral, vivenciado diretamente por Curzio Malaparte, escritor, intelectual, diplomata e herói de guerra, capitão das tropas alpinas e correspondente do jornal Corriere della Sera, com a missão de reportar os cenários que encontra nas várias frentes de guerra, da Polónia à Finlândia.

É desta tentativa impossível de simplesmente relatar o que vê e o que ouve, da convivência íntima com o lado inimigo, da desenvoltura e à-vontade com que se relaciona com altas patentes alemãs, priva com príncipes, ministros do III Reich e embaixadores, frequenta os salões nobres e experiencia o sofrimento de soldados e mujiques, que nasce Kaputt e a sua suite picaresca de histórias que se vão desfiando, uma a uma, para deleite e horror das elites europeias e gerações de leitores.

Iniciado em plena frente russa, durante o Verão de 1941, e terminado em Itália, em 1943, já após a queda de Mussolini, Kaputt tornou-se aquando da sua publicação um bestseller internacional, consagrando Curzio Malaparte como um dos maiores escritores do século XX.

«Uma obra literária dotada de uma intenção estética tão forte, tão visível, que o leitor imediatamente a exclui do universo dos relatos feitos por historiadores, jornalistas, analistas políticos, memorialistas.» – Milan Kundera

Tradução do italiano por Amândio César.

Nova edição, com extensas alterações feitas pelo autor, pela primeira vez em português.

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