13,05 

Livro de sonetos

Um livro indispensável para amantes de poesia e para os admiradores de uma das vozes mais sublimes do século XX brasileiro.

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Características
ISBN 9789896652791
Data de publicação Novembro de 2017
Páginas 144
Dimensões 137x200x15mm

Género Ficção, Poesia

Idade recomendada Adultos
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Descrição

A sensibilidade de Vinicius para cantar o quotidiano e sublimar a banalidade ditou a singularidade com que a sua poesia entrou para o cânone das letras portuguesas e brasileiras.

A popularidade de que sempre gozou em todas as expressões artísticas que desenvolveu traduziu-se num reconhecimento entusiástico do seu génio e virtuosismo, em particular num formato tão clássico quanto sofisticado como é o soneto. Pela primeira vez em Portugal, esta edição de Livro de sonetos conta com a dedicada curadoria de Eucanaã Ferraz na organização dos setenta e três poemas que a compõem. O amor, o quotidiano e a amizade são, na obra de Vinicius, os temas mais férteis, que o poeta trata com uma transcendência emotiva sem, no entanto, alguma vez os despir da sua incontornável humanidade.

Os elogios à obra de Vinicius:

«Vinicius de Moraes é um dos poucos poetas que conserva no seio da modernidade toda a força da grande tradição lírica da língua portuguesa. Decerto porque não teve medo de ser profundamente humano em tudo o que escreveu.»

Antonio Candido

«O show português de Vinicius restabeleceu muita comunicação que se havia perdido, ajudou muita gente a redescobrir que a existência não é só uma chatice e que amar o próximo não é só um preeito para ensinar aos filhos na catequese.»

Alexandre O’Neill

«Vinicius é o único poeta brasileiro que ousou viver sob o signo da paixão. Quer dizer, da poesia em estado natural. Eu queria ter sido Vinicius de Moraes.»

Carlos Drummond de Andrade

«Vinicius fez da tristeza, que não tem fim, sua musa. E por isso pôde, como poucos, acariciar a felicidade.»

José Castello

«Porque ele tem o fôlego dos românticos, a espiritualidade dos simbolistas, a perícia dos parnasianos e, finalmente, homem bem do seu tempo, com a liberdade, a licença, o esplêndido cinismo dos modernos.»

Manuel Bandeira

«Tal como os seus poemas, Vinicius foi um homem simples mas difícil; a arte com que constrói os seus sonetos é prova disso. Estes alcançam a profundidade dos grandes sonetistas de expressão portuguesa e contribuem para a imagem deste poeta como um pensador especialmente vívido, ardente e sincero.»

Rodrigo Abecassis, Observador

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