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A menina que sorria contas

Um testemunho surpreendente, poderoso e imensamente comovente  de como se forja uma vida em tempo de guerra e horror.

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Caraterísticas

Chancela

ISBN 9789896656621

Data de publicação Setembro de 2018

Páginas 288

Dimensões 150x230mm

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«Este é o meu testemunho sobre o lado humano da guerra: o que fica destruído para sempre e o que se pode reconstruir. (...) É a minha tentativa de pôr em palavras a beleza e a perda contidas na minha experiência. Espero que seja inspirador, para mim própria e para os leitores, para que nunca esqueçamos as histórias de que é feita a nossa verdade.» Clemantine Wamariya Kigali, Ruanda, 1994: Clemantine Wamariya tinha seis anos quando o destino do seu país deu uma reviravolta dramática: começou a faltar água e electricidade, as lojas fecharam, os pais passaram a falar em sussurros e os vizinhos começaram a desaparecer. E a menina deixou de poder brincar à sombra da mangueira. Lá fora, ouviam-se os sons ensurdecedores das granadas e o irmão tentava sossegá-la dizendo serem trovões. Em 1994, ela e a irmã de quinze anos, Claire, não tiveram opção senão fugir ao genocídio do Ruanda, umas das maiores calamidades humanitárias do século XX, em que se calcula terem morrido perto de um milhão de pessoas. Perdidas dos pais, passaram os seis anos seguintes em fuga, atravessando sete países africanos. Sempre com fome, constantemente violentadas e aprisionadas, vítimas da mais desumana crueldade, mas também testemunhas da mais abnegada bondade e dos mais inesperados sorrisos. Quando Clemantine fez doze anos, chegou finalmente a boa notícia: ela e a irmã receberam o estatuto de refugiadas e partiram para os Estados Unidos da América. Já em Chicago, as vidas de ambas divergiram. Clemantine foi adoptada por uma família que a acolheu com uma generosidade sem reservas. Frequentou escolas privadas, fez parte de claques, formou-se pela famosa universidade de Yale, até ser o que é hoje: activista de direitos humanos, oradora em conferências e nomeada por Barack Obama para o Conselho do Museu em Memória do Holocausto. No entanto, nem estas conquistas apagaram da sua mente os anos intermináveis de sofrimento. Clemantine carregava dentro de si a criança de seis anos que fugira de um massacre selvagem e isso fazia-a sentir o peso de mil anos. Em A menina que sorria contas, Clemantine obriga-nos a acreditar no poder da imaginação para transcender até a mais profunda das injúrias, o mais pesado dos traumas.
«É uma poderosa história de formação de uma rapariga que explora a sua identidade no dealbar de uma guerra desumana que destruiu a sua casa e a sua família. Wamariya narra de forma espectacular uma história inesquecível.» Publishers Weekly «Um testemunho de grande beleza que vai além do horror da guerra para recuperar a vivência de uma criança que tenta encontrar algum sentido na violência e no conflito. Íntimo e lírico. Leitura obrigatória.» Library Journal «A infância idílica de Wamariya na capital do Ruanda e a loucura que se lhe seguiu são descritos com invulgar capacidade de análise e honestidade poética.» New York Times Book Review «A rapariga que sorria contas descreve com minúcia o preço humano da guerra.» Washington Post «Notável. Wamariya e Elizabeth Weil sabotam qualquer tentativa de redenção ligeira.» The Atlantic «O testemunho de Wamariya é prova de que o espírito humano pode sempre triunfar.» Glamour «Inesquecível.» People «Esta não é uma narrativa tradicional sobre a guerra e o que lhe sobrevém. É uma poderosa história de formação de uma rapariga que explora a sua identidade no dealbar de uma guerra desumana que destruiu a sua casa e a sua família. Wamariya narra de forma espectacular uma história inesquecível.» Publishers Weekly «Comovente e inspiradora, a história de Wamariya fala-nos de poder e desespero, solidão e identidade e, também, da estranha justaposição da pobreza e do privilégio. Um testemunho de grande beleza que vai além do horror da guerra para recuperar a vivência de uma criança que tenta encontrar algum sentido na violência e no conflito. Íntimo e lírico. Leitura obrigatória.» Library Journal «Na prosa, como na vida, Wamaryia é corajosa, inteligente e generosa. Alternando entre o passado e o presente, este testemunho é uma história dramática e intensa sobre a sobrevivência de uma família.» Booklist «A rapariga que sorria contas não é uma história com um final feliz: é muito mais complexa e interessante do que isso.» Stylist  

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