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Livro de sonetos

Livro de sonetos

COMPANHIA DAS LETRAS , Outubro 2017

Um livro indispensável para amantes de poesia e para os

admiradores de uma das vozes mais sublimes do século XX brasileiro.

A sensibilidade de Vinicius para cantar o quotidiano e sublimar a banalidade ditou a singularidade com que a sua poesia entrou para o cânone das letras portuguesas e brasileiras. A popularidade de que sempre gozou em todas as expressões artísticas que desenvolveu traduziu-se num reconhecimento entusiástico do seu génio e virtuosismo, em... Ler mais

A sensibilidade de Vinicius para cantar o quotidiano e sublimar a banalidade ditou a singularidade com que a sua poesia entrou para o cânone das letras portuguesas e brasileiras.

A popularidade de que sempre gozou em todas as expressões artísticas que desenvolveu traduziu-se num reconhecimento entusiástico do seu génio e virtuosismo, em particular num formato tão clássico quanto sofisticado como é o soneto. Pela primeira vez em Portugal, esta edição de Livro de sonetos conta com a dedicada curadoria de Eucanaã Ferraz na organização dos setenta e três poemas que a compõem. O amor, o quotidiano e a amizade são, na obra de Vinicius, os temas mais férteis, que o poeta trata com uma transcendência emotiva sem, no entanto, alguma vez os despir da sua incontornável humanidade.

Os elogios à obra de Vinicius:

«Vinicius de Moraes é um dos poucos poetas que conserva no seio da modernidade toda a força da grande tradição lírica da língua portuguesa. Decerto porque não teve medo de ser profundamente humano em tudo o que escreveu.»

Antonio Candido

«O show português de Vinicius restabeleceu muita comunicação que se havia perdido, ajudou muita gente a redescobrir que a existência não é só uma chatice e que amar o próximo não é só um preeito para ensinar aos filhos na catequese.»

Alexandre O'Neill

«Vinicius é o único poeta brasileiro que ousou viver sob o signo da paixão. Quer dizer, da poesia em estado natural. Eu queria ter sido Vinicius de Moraes.»

Carlos Drummond de Andrade

«Vinicius fez da tristeza, que não tem fim, sua musa. E por isso pôde, como poucos, acariciar a felicidade.»

José Castello

«Porque ele tem o fôlego dos românticos, a espiritualidade dos simbolistas, a perícia dos parnasianos e, finalmente, homem bem do seu tempo, com a liberdade, a licença, o esplêndido cinismo dos modernos.»

Manuel Bandeira

«Tal como os seus poemas, Vinicius foi um homem simples mas difícil; a arte com que constrói os seus sonetos é prova disso. Estes alcançam a profundidade dos grandes sonetistas de expressão portuguesa e contribuem para a imagem deste poeta como um pensador especialmente vívido, ardente e sincero.»

Rodrigo Abecassis, Observador

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Colecção
Companhia Das Letras
Páginas
144
Idade recomendada
Adultos
Formato
SEM INFORMAÇÃO
Idioma
PT
Data de publicação
2017-10-01
Autor
Vinicius de Moraes
Editora
COMPANHIA DAS LETRAS
Colecção
Companhia Das Letras
Páginas
144
Idade recomendada
Adultos
Formato
SEM INFORMAÇÃO
Idioma
PT
Data de publicação
2017-10-01
Autor
Vinicius de Moraes
Editora
COMPANHIA DAS LETRAS
9789896652791
2017-10-01
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Vinicius de Moraes nasceu a 19 de Outubro de 1913 no Rio de Janeiro, onde morreu 66 depois, a 9 de Julho de 1980. Estudou Direito no Brasil e Língua e Literatura Inglesa em Inglaterra. Iniciou a sua carreira... Ler mais

Vinicius de Moraes nasceu a 19 de Outubro de 1913 no Rio de Janeiro, onde morreu 66 depois, a 9 de Julho de 1980. Estudou Direito no Brasil e Língua e Literatura Inglesa em Inglaterra. Iniciou a sua carreira como diplomata em 1946, em Los Angeles, como vice-cônsul, e depois em Montevideu e Paris.

Homem de paixões, viveu uma relação intensa com a poesia e com a música, deixando-nos obras de um lirismo imorredouro, como a peça Orfeu da Conceição, que, na sua adaptação ao cinema, recebeu a distinção de Melhor Filme Estrangeiro em Cannes. A parceria com António Carlos Jobim veio dar continuidade a este feliz casamento da música e da poesia e dela nasceu um dos hinos da Bossa Nova, Garota de Ipanema. Estreou-se na poesia com O Caminho da Distância, em 1933, a que se seguiram Forma e Exegese (1935), Ariana, a Mulher (1936), Novos Poemas (1938), Cinco Elegias (1943), Poemas, Sonetos e Baladas (1946) e Pátria Minha (1949).

Reconhecidamente um dos mais importantes poetas de língua portuguesa do século XX brasileiro, deixou vastíssima obra publicada, tanto musical como dramatúrgica ou poética. Em Portugal, na Companhia das Letras, estão publicados: Antologia poética (2015), Orfeu da Conceição (2016), Para viver um grande amor (2017), Livro de letras (2017), Livro de sonetos (2018) e Todo amor (2019).

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