6 ensinamentos dos gatos que nos dizem «Como domesticar um humano»

“Tinha 5 anos quando comecei a ser domesticada por gatos…”

 

É assim que começa o texto de Barbara Capponi e o registo humorístico e sarcástico mantém-se ao longo de Como domesticar um humano, editado pela Topseller e disponível em todas as livrarias a 28 de agosto.

O livro é uma espécie de bíblia que ensina a conquistar e manipular os donos. Ou seja, aqui o narrador é o gato e tudo é visto da sua perspetiva, desde o comportamento do humano à casa onde vivem, passando pela forma como é preciso comportar-se na presença de outro animal.

Com ilustrações de Andrea Ferolla, a obra é um sucesso em Itália, onde já vendeu mais de 15 mil exemplares. Editado em dezenas de outros países, chega agora a Portugal. A Penguin Magazine não vai cometer o erro de fazer spoilers num texto hilariante mas deixamos-lhe aqui seis ensinamentos preciosos. Cortesia de quem manda realmente nisto tudo: os gatos, claro.

 

“O humano ideal é mulher. Aprendem rapidamente e são mais fiáveis no que respeita à alimentação. Pode, contudo, ser um macho, desde que seja sensível e inteligente.”

 

“A coisa mais simples é: escolher o indivíduo mais fraco como dispensador de comida, e o que mais vos agrade, como dispensador de amor. Se os dois coincidirem, melhor ainda.”

 

“Recompensem o humano quando fizer alguma coisa por vocês: uma denguice, um contacto nariz a nariz acompanhado de ronronar ou rebolar e ficar de barriga para o ar.”

 

“Podem ter escolhido sabiamente o vosso primata e, ainda assim, à traição, um belo dia ele arranja um parceiro e reproduz-se. As crias são concorrentes perigosos. Assim que nascem, monopolizam todas as atenções que vos estavam reservadas.”

 

“Não se pode dizer que [os cães] sejam maus. O seu defeito é serem simplórios. Estão sempre agarrados aos humanos, não tiram os olhos deles e são completamente dependentes.”

 

“As denguices implicam um contacto físico e, na sua forma clássica, consistem em roçar-se contra as pernas do humano, vibrar demoradamente contra o corpo dele para que, em seguida, seja desferida uma última carícia com a cauda antes de ele ficar derretido.”

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