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Autor

Javier Castillo

Javier Castillo cresceu em Málaga, Espanha, licenciou-se em Gestão de Negócios e fez Mestrado em Gestão da ESCP Europe em Madrid, Xangai e Paris.

Trabalhou como consultor de finanças corporativas.

O Dia em Que Perdemos a Cabeça, o seu primeiro romance, vendeu mais de 275 000 cópias, cruzou fronteiras, foi publicado em Itália, no México, na Colômbia, na Argentina, na Turquia, no Japão e na Coreia, além de Portugal. Os direitos audiovisuais foram adquiridos para a produção duma série televisiva.

O segundo livro, O dia em que perdemos o amor (Suma de Letras, 2020), foi igualmente bem recebido pelo público e pela
crítica.

O autor regressa agora com A menina de neve, um jogo de espelhos obscuro.

Do mesmo autor

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O dia em que perdemos o amor

13,61

Depois do sucesso internacional de “O dia em que perdemos a cordura” Javier Castillo regressa com um thriller que explora os limites do amor.

«Eram dez da manhã do dia 14 de Dezembro. Um pé descalço pisou o asfalto de Nova Iorque e uma sombra feminina desenhou-se à sua frente. O outro pé pousou com cuidado, tocando no chão com os seus finos dedos cheios de sujidade. Estava nua, com a pele pálida, as pernas e os pés enegrecidos e o seu comprido cabelo castanho a dançar ao som dos do trânsito. A cintura bamboleava suavemente de um lado para o outro a cada passo que dava; andava devagar, como se não quisesse fazer barulho. A rapariga atravessava a estrada enquanto os veículos lhe tocavam levemente, fazendo o seu coração vibrar. Parou um segundo a meio da faixa central e observou um autocarro dar uma guinada para se desviar dela no último momento.»

O dia em que perdemos a cabeça

17,51

Atreva-se a descobrir o mistério do ano sem perder a cabeça.

275000 exemplares vendidos

«São doze horas da manhã de 24 de Dezembro, falta um dia para o Natal. Caminho pela rua tranquilo, com o olhar perdido, e tudo parece estar em câmara lenta. Olho para cima e vejo erguerem-se quatro balões brancos que se afastam em direcção ao Sol. Enquanto ando, ouço gritos de mulheres e percebo como as pessoas, ao longe, não param de me observar. Para dizer a verdade, parece-me normal que olhem para mim e gritem, ao fim e ao cabo estou nu, coberto de sangue, e transporto uma cabeça entre as mãos.»