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A boneca de Kokoschka

Esta é uma história sobre a importância do outro.

Os destinos cruzados deste romance iluminam o modo como as nossas relações, encontros, criações e circunstâncias formam a nossa identidade, nos fazem crescer e nos permitem, um dia, percebendo que a porta da nossa gaiola está aberta, abrir as asas e, sem recear a liberdade, conquistar um pouco de céu.

«Não existe mentira na literatura, na ficção, e, digo-lhe mais, não existe verdade na vida real.»

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Caraterísticas

Autor(a) Afonso Cruz

ISBN 9789896652685

Data de publicação Fevereiro de 2018

Páginas 280

Dimensões 145x230mm

Género Ficção, Literatura

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Durante a segunda guerra mundial, em Dresden, um rapaz judeu chamado Isaac esconde-se na cave de uma loja de pássaros. Sobrevivendo às toneladas de bombas que caem sobre a cidade, Isaac Dresner construirá a sua vida à volta dos livros, recuperará histórias e fará nascer outras. Mostra assim como acontecimentos fortuitos, inusitados ou insignificantes - entre eles, a existência da boneca de Kokoschka - são tão cruciais para tecer os nossos destinos quanto aqueles que, pela imponência, julgamos serem os únicos fundamentais.

«Numa loja de pássaros é onde se concentram mais gaiolas. Não há lugar nenhum no mundo construído com tantas restrições como uma loja de pássaros. São gaiolas por todo o lado. E algumas estão dentro dos pássaros e não por fora, como as pessoas imaginam. Porque Bonifaz Vogel, muitas vezes, abrira as portas das gaiolas sem que os canários fugissem.

Os pássaros ficavam encolhidos a um canto, tentando evitar olhar para aquela porta aberta, desviavam os olhos da liberdade, que é uma das portas mais assustadoras. Só se sentiam livres dentro de uma prisão. A gaiola estava dentro deles.

A outra, a de metal ou madeira, era apenas uma metáfora.»

Sobre A boneca de Kokoschka:

«Como um mestre joalheiro, Afonso Cruz conseguiu, em A boneca de Kokoschka, uma peça de arte e a proeza de, em cada página, nos oferecer pérolas perfeitas.» Pedro Justino Alves, Diário Digital

«Uma estrutura magnífica de inventividade estética.» Miguel Real, Jornal de Letras, Artes e Ideias

«Um delirante e muito sensato exercício da imaginação e do virtuosismo em volta da relação fun(da)cional entre o Eu e o Outro.» Eugenio Fuentes, La Nueva España

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