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Sobrevivi ao Holocausto

Um incrível exemplo de sobrevivência em nome dos que perderam a vida de forma brutal e incompreensível.

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Caraterísticas

Chancela

ISBN 9789898831316

Data de publicação Novembro de 2015

Edição atual 1.ª

Páginas 240

Apresentação capa mole

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Um incrível exemplo de sobrevivência em nome dos que hoje já não podem falar, dos que perderam a vida de forma brutal e incompreensível.

A história de Nanette Blitz Konig confunde-se com a História dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1938, Nanette era uma menina feliz que vivia com os pais, Martijn e Helene, em Amesterdão. Com o avanço das forças nazis pela Europa e a invasão da Holanda em 1940, Nanette e a sua família sentiram, pouco a pouco, o seu mundo a encolher. Vítimas de xenofobia, seriam excluídos da sociedade holandesa em apenas três anos.

Em setembro de 1944, a menina, que fora colega de Anne Frank no Liceu Judaico de Amesterdão - Anne menciona a amizade no seu famoso diário -, foi enviada com o pai e a mãe para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Foi aqui que reencontrou Anne Frank no local onde ambas perderam cedo demais a sua juventude e inocência.

O acaso permitiu que Nanette sobrevivesse. Quando os ingleses libertaram Bergen-Belsen, em abril de 1945, ela tinha 16 anos e pesava 31 quilos. Estava viva - e sozinha no mundo. Agora, quase 70 anos depois de ter visto os seus pais e Anne Frank pela última vez, Nanette relata com emoção os encontros com a amiga, contando de forma detalhada o caminho percorrido pela sua família e o seu fim trágico.

A história de Nanette, real e simultaneamente sensível e chocante, narra a luta diária pela sobrevivência, em que teve de vencer o insuportável para conseguir manter-se viva.

Este é um relato fundamental para que não esqueçamos este período da História e, deste modo, evitemos repetir o sofrimento causado pela intolerância.

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