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Somos o esquecimento que seremos

A obra-prima do escritor colombiano é um comovente tributo à memória pessoal, familiar e política do seu pai. Um dos romances latino-americanos mais celebrados do século XXI.

Prémio de Criação Literária da Casa da América Latina (Portugal)

Prémio WOLA-Duke de Direitos Humanos (EUA)

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Características

Chancela Alfaguara

Tradutor Margarida Amado Acosta
ISBN 9789897871658
Data de publicação Outubro de 2023
Edição atual 1.ª
Páginas 336
Apresentação capa mole
Dimensões 150x235mm

Coleção Alfaguara

Idade recomendada Adultos
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Descrição

«Creio que o único motivo por que fui capaz de continuar a escrever todos estes anos e de entregar os meus escritos à imprensa foi saber que o meu pai teria desfrutado mais do que ninguém com a leitura destas páginas minhas que nunca pôde ler. Que não lerá nunca. É um dos paradoxos mais tristes da minha vida: quase tudo o que escrevi foi escrito para alguém que não me pode ler.»

A 25 de Agosto de 1987, o médico colombiano Héctor Abad Gómez é assassinado por paramilitares na cidade de Medellín, a poucos dias de umas eleições em que era candidato. Seis balas na cabeça puseram fim a uma vida de luta contra a opressão e a desigualdade social, num país amordaçado pelo narcotráfico e pela política suja. Vinte anos depois, o filho, o escritor Héctor Abad Faciolince, decidiu contar a história do pai até ao terrível epílogo.

O resultado é um livro belíssimo, poderoso no que conta, comovente no que deixa intuir, uma história dilacerada e dilacerante sobre família e pertença, sobre perda e luto.

Educação sentimental, romance de formação, radiografia da sociedade colombiana desfigurada pela violência, Somos o esquecimento que seremos é um romance em que pulsam memórias e afetos, escrito com a cabeça e com o coração, que emociona sem sentimentalismo, que indigna sem reclamar vingança. A obra-prima de um dos mais elogiados escritores colombianos do nosso tempo.

Os elogios da crítica:

«O livro é dilacerante sem ser truculento, porque está escrito com uma prosa que nunca se excede na evocação do sentimento, uma prosa precisa, clara, inteligente, culta, que manipula magistralmente o leitor, ocultando-lhe certos factos, distraindo-o, espicaçando a sua curiosidade e expectativa, e obrigando-o desse modo a participar na tarefa criativa, ao lado do autor. […] A mais apaixonante experiência que, enquanto leitor, tive nos últimos anos.»
Mario Vargas Llosa

«Um livro sagrado. Uma investigação certeira sobre a bondade, o idealismo […] e a inconveniente conveniência de levantar a voz, mesmo se correndo o risco de perder a vida.»
El País

«Fervoroso livro de memórias, escrito com amor e sangue.»
The New York Times

«Um dos romancistas mais reverenciados da América Latina.»
The Guardian

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