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Vejam como dançamos

Da autora que venceu o Prémio Goncourt e conquistou milhões de leitores em todo o mundo, eis o muito aguardado segundo volume da saga familiar O país dos outros.

Sobre o pano de fundo de uma sociedade em reconstrução profunda – Marrocos, recém-libertado do seu colono – continua a desenrolar-se a improvável e conturbada história de Mathilde e Amine.

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Caraterísticas

Chancela

Autor(a) Leïla Slimani

Tradutor(a) Tânia Ganho

ISBN 9789897847158

Data de publicação Outubro de 2022

Edição atual 1.ª

Páginas 344

Apresentação capa mole

Dimensões 150x235x22mm

Género Ficção, Literatura

Coleção Alfaguara

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«Mathilde envelhecera […]. A pele do rosto, constantemente exposta ao sol e ao vento, parecia mais grossa. A testa e os cantos da boca estavam cobertos de rugas. Até o verde dos seus olhos perdera o brilho, como um vestido usado demasiadas vezes. Engordara. Para provocar o marido, num dia de calor abrasador, pegou na mangueira do jardim e, debaixo do nariz da criada e dos trabalhadores, regou-se da cabeça aos pés. As roupas colaram-se-lhe ao corpo, deixando ver os mamilos eretos e o velo púbico. Nesse dia, os trabalhadores rezaram ao Senhor, passando a língua entre os dentes enegrecidos, para que Amine não enlouquecesse.»

1968, Marrocos: Mathilde, alsaciana, e Amine, oficial do Exército marroquino, são um casal com uma longa história atrás de si e um incerto futuro pela frente, à imagem do país onde vivem. Esta é a história de uma família hesitante entre a tradição e a modernidade, protagonizada por uma mulher enredada entre duas culturas, sufocada pelo conservadorismo do país onde escolheu viver e dividida entre a dedicação à família e o amor à liberdade. É também a história de um país que acabou de conquistar a independência e que procura o seu lugar, entre o espartilho religioso e o fascínio pelo Ocidente, entre a repressão e o hedonismo.

Leïla Slimani, uma das vozes mais importantes da literatura francesa, regressa à história da própria família para construir um romance cheio de personagens inesquecíveis e imagens fortes. Retratando um tempo e um lugar em que ressoam os ecos do Maio de 68 e as mulheres encetam o pedregoso caminho da emancipação, a escritora reafirma a sua impressionante destreza narrativa e o olhar clínico sobre a intimidade.

 

Os elogios da crítica:

«O mundo deste romance – Marrocos depois da Segunda Guerra Mundial, e a luta pela libertação do colonialismo francês – está magistralmente criado. A vida pessoal, a vida social, a vida de todos os dias saltam da página, plenas de vivacidade, e sentimos as dores da família apanhada no meio do conflito da História. Um romance excecional e poderoso, de uma escritora justamente aclamada.» —  Salman Rushdie

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