17,51 

O Prazer

“María Hesse é um daqueles novos diamantes em bruto da ilustração.”Harper´s Bazaar

Da mesma autora de Frida Kahlo – uma biografia

604 em stock

Características

Chancela Iguana

Autor(a) María Hesse

Tradutor Margarida Filipe
Ilustrador(a) Lara Moreno
ISBN 9789897873331
Data de publicação Outubro de 2023
Edição atual 1.ª
Páginas 160
Apresentação capa dura
Dimensões 170x240mm

Coleção Gráfica

Idade recomendada Adultos
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Descrição

Delicado e visceral, como o prazer que exalta: assim é este livro, o mais íntimo e pessoal de María Hesse. Nele, conta-nos como foi o seu caminho para o despertar da sexualidade, um caminho tortuoso semeado de culpa, vergonha e ignorância, que ultrapassou graças a uma curiosidade insaciável e ao exemplo sábio de mulheres que souberam explorar o mistério e o poder da sensualidade, que enfrentaram os preconceitos do seu tempo, que deram um nome àquilo que não tinha nome e pavimentaram e iluminaram a rota do prazer para que outras a pudessem percorrer mais facilmente.

Mulheres de carne e osso ou apenas da ficção, como Lilith, Maria Madalena, Safo, Eve Ensler, Colette, Anaïs Nin, Simone de Beauvoir, Anne Sexton, Mata Hari, Betty Dodson, Marilyn Monroe, Erika Lust e até Daenerys Targaryen.

Graças a elas, Hesse desenhou um mapa do prazer feminino para que todas o possamos explorar.

Os elogios da crítica:

«Da prosa sensual de Anaïs Nin ao porno feminista de Erika Lust, [Hesse] desenha um mapa do desejo no qual os corpos dançam entre folhas verdes e pó de estrelas. Desfrutem.»

Time Out Madrid

«O livro que nos teria feito enlouquecer se o tivéssemos lido enquanto todos se mantinham em silêncio. Chega agora tudo o que eles deveriam ter-nos contado, rodeado de flores, belos traços e rosa-flúor.»

The Objective

«Uma perspectiva reivindicativa com a delicadeza requintada que caracteriza o seu trabalho.»

Mi Vino

«Um atlas da sexualidade feminina, entre ensaio feminista, confissão íntima e história. Militante e terno.»

La Verdad

«Um passeio sensual, delicado, honesto e reivindicativo sobre o prazer feminino, aquela abstracção! Aquele animal que é mitológico há séculos. Existe aqui uma mensagem política e poética. Há vergonha, há culpa, há complexos. E depois, finalmente, há auto-exploração, lucidez e libertação.»

El Español

«O desenho não como horizonte escapista e mero entretenimento, mas sim como reflexo das realidades e fonte de revelações.»
El Confidencial

«Um estilo inconfundível que procura fundir o sintético com o orgânico.»

ABC Cultural

«Um trabalho pessoal onde a sensibilidade e as mulheres são as maiores protagonistas.»

Seviocio

«Um livro que se celebra, a ele próprio, em cada página, que fala do que ninguém diz e agita a liberdade no meio de uma maravilhosa obra plástica.»

Zenda

«Um livro que mostra uma história coletiva – a das mulheres – e torna visíveis os problemas de todos, para que nos sintamos mais fortes e também menos sozinhos. Com ele, aprendemos a fazer conexões, a explicar, a contar nossa própria história. Porque o que María diz realmente importa.»

Vein Magazine

«María Hesse passou directamente ao prazer com uma justificação do corpo, mais exactamente, do corpo feminino. Um livro corajoso, em parte biográfico, que passou pelo filtro da sua mãe católica, embora não sem a fazer corar.»

El Mundo

«Um mapa do prazer feminino.»

Público

«A sua obra mais íntima.»

Diário de León

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